28 de fev de 2006

A cidade está tranqüila

Aos poucos as pessoas estão saindo das casas. O trânsito começa de novo aquele ritmo insuportável. Algumas lojas abertas na rua Dias da Cruz, no Méier. A cidade está tranqüila... vontade agora só uma: ir para um rodízio de pizza! (rsss)

27 de fev de 2006

O silêncio

Vivo sempre uma contradição. No carnaval, em meio ao barulho, busco o silêncio. Quando posso, vou me esconder numa fazenda, no meio do mato. Há uns três anos permaneço no Rio de Janeiro. Sinto-me às vezes no olho do furacão. Mas neste período tenho procurado passar o tempo vendo filmes e lendo bastante. Das minha leituras, O bibliófilo aprendiz, de Rubens Borba de Moraes, e Como e por que ler o romance brasileiro, de Marisa Lajolo, esta, conhecida dos tempos de congresso sobre leitura na Unicamp. Quanto aos filmes, busquei os documentários e um filme argentino, O mesmo amor, a mesma chuva. Enfim, falta pouco para acabar o carnaval...

13 de fev de 2006

Botafogo X América

Sou botafogo de ocasião, mas ontem (domingo) confesso que torci para o América. Não sei quanto tempo fora de uma decisão, houve certamente uma grande mudança naqueles jogadores com a chegada de Jorginho como técnico de futebol. Gente sumida como Válber, Robert e Maciel parece que ressuscitaram, o que é ótimo para o nosso combalido futebol carioca. Eu torci para o América, queria ver o Maracanã encharcado de vermelho, não o vermelho sangüíneo, com as suas hemácias e glóbulos, mas aquele que estampa a raça e a coragem de quem vai para uma batalha campal. Tarefa cumprida pelo Botafogo no segundo tempo, vencendo por 3 X 1. Venceu o time que o meu pai tinha muito carinho. Deve ter ficado contente com a vitória - desde 1997 que não ganhava o título da Taça Rio. Eu nunca fui de guardar nomes de jogadores. Ele muito menos, porém era divertido vê-lo mexendo com os outros sem nem mesmo saber que jogador era parte do time.

7 de fev de 2006

Uma verdade absurda


Saiu nos últimos dias algumas fotos de Suzane von Richthofen - para quem não lembra, ela matou os pais junto com o namorado e o irmão dele. Pobre menina rica, bonita e terrivelmente perigosa, agora passeia pela praia, em Santos, segundo dizem, feliz, embora esteja três ou quatro vezes acima do peso. Quem disse que a cadeia não engorda? Saiu nos comentários da coluna do Tutty Vazquez, no blog de Nomínimo, talvez o comentário que resume em uma só frase todo o absurdo que envolveu essa jovem e revoltou o Brasil, seja pelo cinismo, seja pelo sentimento de impunidade. Eis a frase:
"Matou os pais e foi à praia. Pode?"
P.S: foto: reprodução da TV Record

6 de fev de 2006

A charge e o Islã

Lembra muito a Idade Média. Mais uma prova de que o humor pode descontruir tudo, desmoronar o jeito sisudo desses fanáticos. Parece que o riso não foi feito para o Islã, aliás, nem para o cristianismo (basta lembra do célebre filme O nome da rosa, sobre a maldição que pairava sobre o livro A comédia, de Aristóteles). Devem sobrar poucas religiões que aceitam o humor...