Achei muito interessante esta palestra de Jane McGonigal, de 2010, sobre a possibilidade de utilizar games para propor soluções para o mundo, utilizando situações e problemas similares. É mais uma das maravilhosas palestras do TED. Está com legendas.
Desbravando o vasto oceano das ideias. Profissão e vida: literatura, artes, leitura, programação de jogos digitais e modelagem 3D.
28 de fev. de 2011
18 de fev. de 2011
Live action de Street Fighter
Muito legal este vídeo com algumas das lutas e combos do Street Fighter. Há uma primeira versão feita somente com homens. Mas nesta, feita com mulheres, convenhamos, é bem melhor! Aperta o play!
10 de fev. de 2011
Epic Disney
Estou muito curioso para jogar Epic Disney no Wii. Desde a qualidade gráfica até as referências/reverências ao trabalho de animação da Disney, dos anos 30. Vamos ver como vai ser a jogabilidade.
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3 de fev. de 2011
Animação polonesa que une pintura a óleo e 3D
Achei maravilhoso esta animação que vai sair em breve nos cinemas (lá fora). Espero que seja distribuído aqui no Brasil o mais rápido possível. Dê um click e assista à reportagem.
2 de fev. de 2011
A textura em Kirbys Epic Yarn
Eu não sabia, mas havia uma versão anterior deste game da Nintendo. Em Kirbys Epic Yarn, o que mais me fascinou foi o trabalho com a textura, provando que, em primeiro lugar, a Nintendo é capaz de nos surpreender com games de qualidade e capacidade criativa em seus consoles. Neste game, em especial, trazer o universo da lã, do jeans, para dar forma a um game é, pra mim, algo realmente fantástico e criativo. Tudo bem que os gráficos estão bem avançados hoje em dia, muito realístico e tal. Porém... Ainda há espaço para criatividade sem recorrer ao realismo proporcionado aos games de consoles mais robustos como PS3.
30 de jan. de 2011
Scott Pilgrim contra o mundo: o melhor filme de videogame
No filme "Scott Pilgrim contra o mundo", o protagonista, Scott ( vivido pelo ator Michael Cera), conhece seu grande amor: Ramona Flowers (a bela atriz Mary Elizabeth Winstead). Como em toda história de amor adolescente, há um porém. Seus ex-namorados que vão aparecer, um por um. São os sete ex-namorados "do mal". Como em um jogo, cada namorado vai representar uma fase, chegando até ao Final Boss. Aí está um dos grandes trunfos do filme. Estão lá boa parte das estruturas de um game, reconhecidos por jogadores: o "insert coin", as armas adquiridas após a vitória em um combate,os combates e os seus "combos", as vidas para o personagem do jogo/filme etc. Mais interessante ainda: "Scott Pilgrim..." não é um game, mas uma adaptação de uma história em quadrinhos que utiliza estrututras de um game para contar a sua história. Tudo isto é levado em conta ao ser transportado para o cinema.
O diretor Edgar Wright não abre mão dos elementos de uma história em quadrinhos e, principalmente dos games, para contar nas telas. Tudo isto mostra que certas estruturas de um game já estão enraizadas na cultura de massa que permitem este diálogo com outras áreas do entretenimento, como os quadrinhos e o cinema. E nada se perde, tudo se transforma. No fundo, o filme trata sobre relacionamentos, sobre o impacto do primeiro grande amor. É uma história romântica. Mas a maneira como esta história é contada é o que surpreende e inova em termos de edição e narrativa. Vale a pena assistir. Deve sair em breve nas locadoras. Como disse no título, é o melhor filme de videogame porque não se preocupa em contar uma história de um game, mas em contar uma história a partir de elementos que reconhecemos em um game.
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28 de jan. de 2011
Global Game Jam
Começa neste final de semana o Global Game Jam. Trata-se de um evento mundial em que desenvolvedores deverão criar em menos de 48 horas um jogo, a partir de um tema específico. No Brasil, a Seven Games irá sediar aqui no Rio de Janeiro, mas o evento está espalhado em mais dez sedes. Agora é torcer pelos amigos que irão participar...
21 de jan. de 2011
O que é game design?
Há dois anos atrás assisti a uma palestra de Roger Tavares sobre Game Design. Estudioso do assunto, acadêmico e, agora empresário, posso dizer que valeu a pena, pois apresentou uma visão ampla sobre esta área de produção de games.
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20 de jan. de 2011
Os cem melhores jogos: uma bíblia para quem gosta de games
O livro Os cem melhores jogos foi lançado em 2008 pela Editora Europa. É baseado numa edição que saiu na Inglaterra, anteriormente. Por lá, eles priorizaram os jogos para PC. Como aqui, no Brasil, os jogos mais vendidos são para plataformas como PS2, SNES etc., a identificação do público é maior, ou seja, estes “cem melhores jogos” têm mais a ver com a nossa realidade, por isso, foram priorizadas tais plataformas. Trata-se de um material muito interessante, bem ilustrado. Os textos, assinados em parte por autores que participaram pela edição inglesa, em parte por jornalistas e especialistas na área de games aqui no Brasil, mostram curiosidades e informações bem relevantes, como sobre o jogo Mega Man 2:
“Por exigência da CAPCOM, a equipe de criação labutou em dois projetos ao mesmo tempo, 20 horas por dia. Mega Man 2 foi feito com paixão e regozijo, instituindo a série definitivamente.”
(Pág.: 60)
Enfim, há bastante material para leitura e análise, estatísticas para quem quer conhecer um pouco mais sobre games. Quem não conseguir o livro nas livrarias pode tentar comprar pelo site da editora ou no site de sebos (Estante virtual). Agora, uma pergunta. Qual é o jogo considerado o número 1 pelos autores que escreveram este livro? Vou dar apenas uma pista: começa com a letra “S”e foi lançado em outubro de 1988 no Japão, pela Nintendo...
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Homem Aranha, Hulk e homem de Ferro salvam o dia!
Passei minha infância lendo gibis da Marvel. Natural que eu ficasse encantado com esta animação de 2008. Fica aqui o registro e o agradecimento para o tradutor que também pôs as legendas. Apesar de a imagem não estar muito boa, é possível perceber o alto grau de modelagem (3D Max? Maya? ZBrush?).
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Mercado de games no mundo
Mesmo com a desaceleração da economia, o mercado mundial de games movimenta 30 bilhões de dólares ao ano. Existe a perspectiva de que o mercado alcance a marca dos 73,6 bilhões em 2013. No Reino Unido, os games venderam mais que filmes em 2009, segundo a GFK Chart-Track. A indústria cinematográfica chegou a arrecadar cerca de 1,2 bilhão de libras entre cinema e venda de DVDs. No mesmo ano, quase dois bilhões de libras foram gastos no consumo de produtos para games, conforme noticiado pelo Telegrafh. Somente o lançamento do título Call of Duty: Modern Warfare 2 vendeu 1,2 milhão de unidades em 24 horas.
O mercado fonográfico e até mesmo Hollywood já foram superados em termos de faturamento pelo mercado de games. Conforme a Entertainment Software Association (ESA), 68% dos lares americanos possuem pelo menos um videogame ou computador voltado para games e 37% das famílias jogam também em dispositivos móveis como celulares, iPhone, iPod e PDA.
John Riccitiello, presidente-executivo da Eletronic Arts (EA), acredita que no futuro próximo haverá 1 bilhão de usuários de games diante de algumas centenas de milhões de hoje em dia. Sua premissa está baseada na possibilidade de que os games atraiam não somente os jogadores hardcore (tipo de jogador que consome horas de jogo, lê sobre o assunto e participa de fóruns sobre games) mas também famílias e jogadores casuais , como ocorreu com a entrada do Nintendo Wii e do Wii Fit no mercado, que se tornou um grande sucesso. Os grandes estúdios vislumbram aumento nas vendas com a entrada de pessoas mais velhas e principalmente mulheres.
Referência bibliográfica:
http://jogos.uol.com.br/reportagens/ultnot/2008/06/24/ult2240u131.htm
http://www.slideshare.net/fchamis/advergames-no-brasil
18 de jan. de 2011
Memorial (parte I)
Vou apresentar, em duas partes, um memorial que escrevi no ano de 2008 (no início do ano) para uma entrevista de emprego. Creio que vale a pena, pois demonstra um pouco a minha carreira e alguns caminhos que venho trilhando nesta vida...
Sempre busquei uma vida intelectual intensa porque, creio, sou insatisfeito com a realidade que nos cerca. Talvez por isso, encontrei na leitura meu porto seguro, e nas Letras, meu ato de rebeldia com este mundo. Tomado por essa insatisfação, procurei na palavra, no discurso, algo que lograsse tal sentimento. Não por acaso estudei Letras na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, local em que pude realizar também o mestrado em Linguística, aliando o estudo da análise do discurso, da sexualidade, e da internet, tecnologia que nos encanta, que nos põe à mercê do mundo.
21 de jul. de 2008
Memorial (parte II)
Para que chegasse a esse nível, participei de cursos, palestras e oficinas de diversas áreas, pois julguei ser interessante construir um olhar múltiplo e interdisciplinar que atendesse aos meus anseios. Estudei filosofia, pintura, línguas (nem toda minha formação está inserida aqui). Paralelamente tive a chance, na universidade, em trabalhar com comunidades carentes, algo que transpôs os muros da graduação; pude atuar nos anos seguintes, pondo-me em contato com novos desafios como o programa de alfabetização de jovens e adultos (uma experiência singular para um licenciado em Letras); o programa Vida Nova, da Secretaria de Infância e Juventude do Estado do Rio de Janeiro (no governo anterior), ministrando palestras e oficinas para formação de educadores populares, revisando também material pedagógico, trabalhando no ensino com jovens em situação de risco social. Contribuição importante em minha produção literária (tenho livro de poesias, junto com outros autores, participei do livro de contos "Prosas cariocas - uma nova cartografia do Rio de Janeiro", da editora Casa da Palavra, atualmente, escrevo neste blog .
Trilhei, assim, caminhos que se bifurcam: o exercício do magistério, atualmente sou professor regente de língua portuguesa, da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro e desenhista instrucional (trabalho com ensino a distância no CEDERJ); os estudos, fonte bruta de uma vida intelectual; e a produção literária, ininterrupta já há alguns anos. Neste jardim de caminhos que se bifurcam em minha vida, procuro também aliar a prática saudável dos esportes, ainda que de modo lento, porém seguro. Posso dizer que me sinto preparado para o trabalho na consecução do exercício crítico do espírito humano, através da linguagem, enfatizando um olhar interdisciplinar.
10 de mar. de 2008
De cabeça baixa, romance de Flávio Izhaki

Para quem não sabe, Flávio Izhaki foi um dos organizadores da antologia de contos (da qual participei) Prosas cariocas: uma nova cartografia do Rio de Janeiro, da Casa da Palavra. Fico feliz pelo lançamento do romance, De cabeça baixa, com trailer no youtube (seguindo uma tendência mundial) e tudo o mais. Agora é aguardar o dia do lançamento para uma leitura prazerosa. Sucesso, amigo!!!
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1 de jan. de 2008
Um novo ano!!!
17 de dez. de 2007
O livro negro dos vampiros

Meu grande amigo Silvio está lançando, junto com outros autores, O livro negro dos vampiros. Não considero um livro de terror, mas um gênero que Clive Baker espera ser reconhecido por todos: o fantástico, capaz de englobar esses escritores que brincam com a morte, o mistério e o sobrenatural, que nos cativam, como Stephen King, o próprio Baker, Anne Rice e tantos outros. Por aqui, conheço apenas André Vianco, autor que vem fazendo um grande sucesso. Eis aqui um release do livro:
Antologia reúne 53 contos sobre vampiros, da Editora Andross
Os amantes do gênero ganham, a partir deste mês, um prato cheio para saciar sua sede de sangue: O Livro Negro dos Vampiros (Andross Editora, 288 páginas, R$ 29). Com lançamento marcado para dia 16 de dezembro, a obra reúne 53 contos de novos autores, selecionados criteriosamente, e também de alguns escritores do gênero exclusivamente convidados para encabeçarem a obra e darem boas-vindas aos estreantes. A atriz, escritora e cineasta Liz Marins, criadora da personagem Liz Vamp e do Dia dos Vampiros; Octavio Cariello, professor de roteiro e desenho da Quanta Academia e desenhista da versão para os quadrinhos de A Rainha dos Condenados, de Anne Rice; e Kizzy Ysatis, um dos maiores nomes da literatura fantástica nacional da atualidade, autor do premiado Clube dos Imortais – A Nova Quimera dos Vampiros, são alguns deles. Ysatis, inclusive, empresta todo seu conhecimento sobre o assunto no prefácio de O Livro Negro dos Vampiros. A organização é do escritor Claudio Brites, que analisou pouco mais de 300 contos durante oito meses para chegar aos 53 selecionados. Há autores de vários estados brasileiros e também de Portugal. Esta é a 14ª antologia que a Andross lança em seus três anos de mercado. Por este sistema, a editora já publicou cerca de 500 autores, de 14 a 68 anos, do ensino médio ao doutorado, amadores e profissionais. Alguns dos que estrearam nas antologias da Andross hoje já têm obras publicadas individualmente por outras editoras, como o próprio Kizzy Ysatis.
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5 de out. de 2007
Ainda que atrasado...

Foi ontem o equivalente a um minuto de silêncio para chamar a atenção para o que está ocorrendo na birmânia (Burma, em inglês). Como disse, um pouco atrasado...
30 de set. de 2007
CONECTADO: o livro

Foi uma bela surpresa ler Conectado, de Juliano Spyer, da Jorge Zahar Editor. O livro conta um pouco sobre a história da internet e discute sobre as possibilidades de construção de redes sociais, como o relato de casos de sucesso como o "Leia Livro", da Secretaria do Estado de São Paulo. A partir de uma linguagem simples, Spyer apresenta as principais ferramentas para elaboração de rede social; porém o melhor do livro é o entusiasmo do autor no que se refere ao grande papel que a internet pode assumir nos próximos anos: a confiança, seja por meio de blogs, fóruns etc, no uso social, gerando boas idéias e unindo pessoas com uma causa em comum. Comprei por acaso este livro, folheei algumas páginas, fique interessado no sucesso do "Leia livro" e o "Viva São Paulo", ambos fruto do trabalho desse historiador e especialista em mídia social.
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15 de set. de 2007
Urbana Legio omnia vincit
Cheguei apressado em casa para assistir "Por toda minha vida", especial sobre a banda Legião Urbana, ontem à noite no canal Globo. Fiquei impressionado com o ator Bruce Gomlevsky. Nas cenas em que atuava como Renato Russo, ele estava maravilhoso, a milhas de distância dos outros atores. Arrependo-me de não tê-lo visto no musical sobre Renato Russo, que esteve em cartaz por um bom tempo na cidade do Rio de Janeiro. O programa foi emocionante, com os depoimentos, a dramatização, as músicas. Cada vez que surgia o Legião Urbana tocando, eram pensamentos, memórias de uma adolescência feliz no casamento com o Rock-BR que saltavam dos meus olhos. Quando ele morreu, juntamo-nos para realizarmos um espetáculo no auditório do curso de Letras, da UERJ. Na época, fazia parte do diretório acadêmico. Convidamos Arthur Dapieve para realizar uma palestra, distribuímos CD´s, e trouxemos uma banda cover do Legião. Foi uma bela homenagem. Lembro que alguns, ao final da festa, bêbados, caíam ao chão, tristes, chorando a morte de Renato Russo. Voltando ao programa...Minha única crítica, singela, vai para Fernanda Lima,. Mas que roupas eram aquelas que a mulher vestia? E que apresentação mais tatibitate: pausas longas no discurso, risos autocensurados, parecia bem desconfortável no papel. Mais uma prova de que somente beleza não resolve muito na telinha. O programa termina e ficou em mim, e acredito que para muitos, um gostinho de quero mais. Dizem que vem por aí uma cinebiografia. Esperar para ver e se emocionar. Enquanto isso, reler o livro de Arthur Dapieve da coleção "Perfil", da Relume Dumará e ouvir os CD´s, de preferência no volume alto!
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14 de set. de 2007
Novas tecnologias, novos acidentes
Acho que esta frase é de Baudrillard: "Toda nova tecnologia cria um novo acidente". Bem sucinta, percebo a cada dia, em sala de aula, principalmente, como acontece. Os novos celulares com MP3, por exemplo, estão mais do que nunca acessíveis. Parece que é o sonho dos adolescentes. Pois, bem, tem se tornado uma praga em sala de aula, por ser uma nova tecnologia, é preciso estabelecer regras de conduta. Os garotos assistem várias vezes as aulas com o fone de ouvido, ou pior, querem deixar tocar para que o amigo ouça e conheça novas músicas. Mesmo conversando e pedindo para que desliguem, sempre tem alguém que procura deixar no volume mínimo... Mais um fator de distração que acaba afastando o aluno da aula. Ideal seria aproveitar como um instrumento pedagógico, mas sinto que estamos, professores e conteúdos, cada vez mais distantes do aluno, portador de mp3, câmera e celulares. Falta o salto tecnológico para o giz e o quadro verde no cotidiano da escola. Claro que existe, porém ainda não acessível para muitos. Enquanto isso, torna-se importante aprender a conviver com esse novo acidente, que está ocorrendo também nos ônibus. Daqui a pouco teremos um adesivo (e eu espero que venha logo!) no ônibus e em vários outros lugares: "proibido celular com mp3".
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